domingo, 11 de julho de 2010

Reflexões sobre mais nada I

[...] Até que enfim...........................és tu?.......................
Enfrentarei a situação, descansa...............................juro-te que sim.......................sou corajosa, mais do que imaginas...............Depois?
Tu?........................Enganas-te querido.....................não tenho a mínima censura a fazer-te...............eu..................eu.............deixa lá.......................o quê?..............sem dúvida.................Pelo contrário...............Combinámos falar sempre com a maior franqueza e seria criminoso que me ocultasses tudo até ao último momento. Seria um golpe insuportável. .............................
Como tu te enganas.................como tu.........................te enganas. Tenho.......................Está?....................
Como queres tu que eu saiba se estou fora de mim? Fiz coisas espantosas...................................................
Fica tranquilo. Ninguém se envenena duas vezes........................................................................ ...........[...]


Jean Cocteau
A voz humana

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