domingo, 11 de julho de 2010

Era mesmo isto que me estava a apetecer rever esta noite.
A rapariga que motivou a minha tatuagem dos 15 anos (a partir do visionamento do filme Mad love + o número excessivo de entrevistas e fotografias que tinha dela), e o rapaz que está um senhor-rapaz.
Claro que, depois da tatuagem, veio o anel.
O filme era mau, o enredo passivo. No entanto, a personagem dela trazia-me qualquer coisa familiar.
A Cassie tinha um quarto mágico e um pensamento fora de órbita.
Bem, continuo a achá-la adorável.
Esta minha relação com os filmes sempre me preocupou. Ainda por cima, tendo plena consciência que acredito em tudo o que é projectado numa tela, parece-me que, sempre que penso sobre a influência do cinema na minha cabeça, dou mais um passo em direcção a um precipício qualquer.

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