Entrei assim no papel, algumas vezes. Interessa imaginar que as coisas são sempre mais do que inscrições.
Nenhum de nós se entende, quanto à interpretação.
Jazz. Agravas-me o peso do corpo sob a cidade.
Liquidifica, se lês. Mas tens mais letras na saia do que pensas.
Onde ouves as coisas que sentes?
Vejo-te sempre na mesma rua e o que trazes nela que não é teu, é o que mais se dá.
Porquê?
Não entendo que não exista para lá, um verso qualquer que já viva.
Não existe sempre qualquer coisa que já foi?
Nesta forma pessoal de me explicar um momento, abro uma janela.
A poesia não chega sequer ao umbral.
Entro na música, como se lesse tudo, mas não tenho perguntas.


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